É hora de explorar novos caminhos, frente a mares desconhecidos e turbulentos, para reinventar as organizações e construir um futuro melhor.

Explorers são aqueles que se perguntam: Por quê? Para que? E se? Por que não? O que me impede?
Perguntas que são rotas e que nos levam a novos portos de conhecimento, auto desenvolvimento e aprendizado para a realização de algo maior, incrível, memorável e que, sobretudo, apaixone!
Explorers são ágeis, inquietos, criativos, questionadores, aventureiros e incomodam.
São desbravadores, ousados, correm riscos e desafiam os que dizem que não é possível ou o que ainda não é provável. Quem disse?
Explorers, questionando, mudam rotas e dedicam-se a algo bonito. Responsabilizam-se e curtindo a viagem, se importam com o verdadeiro sentido que os direciona à ação: a causa que abraçam ou o lugar em que querem chegar no seu mapa.
Movimentam seus dons, energia, talento e disposição, compartilham encantamento e determinação com foco em propósitos que impactem o mundo. Protagonistas, ultrapassam limites e cruzam fronteiras. Explorers, de fato, desbravam os mares do incerto. Ampliam horizontes e abraçam um novo mundo!

Cris Gantus

P

Um aspecto central de nossa abordagem é a narrativa dos Explorers: o uso de storytelling para permitir que as pessoas “escapem de sua realidade” e se envolvam de forma mais profunda nos games e dinâmicas de aprendizagem.

Por meio dessa narrativa, os participantes assumem o papel de exploradores que são desafiados a remover as âncoras que impedem suas organizações (embarcações) de navegar rumo a uma nova economia – digital, colaborativa, inclusiva e regenerativa.

As corporações tradicionais são comparadas a embarcações robustas navegando em alto mar, em busca de segurança e estabilidade. Os mares turbulentos do século 21, no entanto, trazem novos desafios à navegação; as embarcações que não se adaptarem estão condenadas a naufragar ou perder relevância frente a outras, mais ágeis, flexíveis e com propósito bem definido.

Buscamos, assim, inspirar pessoas que tenham a coragem e bravura para desafiar o status quo e empreender iniciativas de inovação com propósito, mesmo nas situações mais improváveis, visando à construção de empresas melhores para todos.

Transatlânticos: corporações com estrutura rígida e dificuldade para navegar
Botes: leves e adaptáveis para navegar, porém frágeis (startups)
Âncoras: desafios do mundo corporativo que dificultam uma navegação adequada
Bússolas: práticas inovadoras que apontam caminhos rumo a uma nova economia

As âncoras e bússolas da abordagem Explorers estão relacionadas a 10 áreas de conhecimento, baseadas  no livro ‘Exploradores de um mundo em transformação’ e que são pilares da reinvenção de organizações para uma nova economia:

1. Propósito maior: definir e seguir um propósito que demonstre como a organização pretende fazer a diferença no mundo, criando uma conexão emocional autêntica com seus clientes e colaboradores. Lucro passa a ser um meio para o alcance do propósito, não o fim por si só.

2. Líderes conscientes: desenvolver líderes inspiradores, inclusivos e visionários, capazes de engajar e motivar suas equipes na busca pelo propósito maior e de construir um legado ao seu redor.

3. Experiências ao cliente: entregar experiências individualizadas e memoráveis, construindo relacionamentos autênticos e de confiança com seus clientes. Produtos e serviços passam a ser meios para a entrega de melhores experiências.

4. Autorrealização no trabalho: desenvolver ambientes que permitam que as pessoas encontrem no trabalho uma fonte de inspiração e realização profissional, e não apenas um emprego para se sustentar e ganhar a vida.

5. Redes e autogestão: operar em estruturas com maior descentralização de poder, promovendo flexibilidade e dinamismo às equipes, bem como alavancando possibilidades de colaboração com parceiros e outros atores.

6. Espírito empreendedor: fortalecer uma cultura de tolerância ao risco e estímulo a situações de incerteza, inovação e empreendedorismo, internamente e/ou por meio da aproximação com startups.

7. Agilidade: implementar práticas que promovam maior agilidade na execução e gestão de projetos e rotinas de trabalho, com flexibilidade para lidar com imprevistos e ajustes rápidos cada vez mais necessários num mundo em constante evolução.

8. Inteligência digital: desenvolver a capacidade de capturar e tratar dados estruturados e não-estruturados, cada vez mais abundantes no mundo digital, e com isso gerar aprendizado sobre operação interna, serviços e clientes.

9. Compartilhamento de ativos: compartilhar de forma inteligente recursos materiais, financeiros e mesmo equipes, evitando uma dependência extrema de ativos próprios, incompatíveis com um futuro altamente dinâmico onde o foco não está mais em possuir e sim em acessar.

10. Sustentabilidade: assegurar que a organização seja capaz de gerar impacto positivo com sua atuação para todas as partes envolvidas, assumindo o protagonismo dos negócios na construção de um mundo melhor no século 21.

Interessou-se?
Junte-se a nós e seja também um Explorer!